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SEMANA FARROUPILHA, COMEMORAMOS O QUE MESMO?

Dia do Gaúcho ou Revolução Farroupilha? Afinal, o que realmente comemoramos durante essa semana, que também conta com o feriado do dia 20 de setembro?

Não adianta usar bombachas, lenço maragato ou chimango, nem bater no peito e dizer com aquele orgulho que todo o gaúcho deve ter: "eu sou gaúcho, cria lá do Rio Grande do sul", mas se não sabe o porquê de certos fatos de sua história, nada ou pouco lhe adianta, esses gestos. Vamos então saber, porque o gaúcho comemora essa semana.

"A Semana Farroupilha começou no Rio Grande do Sul em 1947, quando alunos do Colégio Júlio de Castilhos - Porto Alegre, que já tinham fundado junto ao Grêmio Estudantil, o Departamento de Tradições Gaúchas. Uma centena de Professores e alunos, entre eles Paixão Cortês, Antônio de Sá Siqueira, Celso Campos, Orlando Jorge Degrazia, Ciro Dias da Costa, Fernando Machado Vieira, Ciro Dutra e outros, em suas reuniões, era sua preocupação principal: preservar, desenvolver e proporcionar uma revitalização da cultura riograndense. Nessa reunião, marcaram o dia 20 de setembro, como a data máxima da Revolução Farroupilha. Data da tomada de Porto Alegre e começo da Revolução Farroupilha".

 

Como começou a Ronda Crioula

A Ronda Crioula, começou com a fundação no Colégio Júlio de Castilhos, em 1947. Paixão Cortês e seus companheiros, junto com a Liga de Defesa Nacional e o comando da Brigada Militar, surgiu a Ronda Crioula, estendendo de 7 de setembro até o dia 20 de setembro.

 

De onde veio a Ronda Crioula

O nome Ronda Crioula foi buscado na campanha, onde, quando se cuida do gado nas tropeadas, os gaúchos ficam sempre em redor deles, cantarolando, assobiando, tocando violão, que assim faziam para acalmar os bois. Um fogo, aceso a certa distância do gado, fica, igualmente rodeados de gaúchos que esperam para fazer a sua ronda, ou seja, vão substituir os companheiros que estão observando o gado. Ao redor do fogo, como é natural, o mate corre de mão em mão.

 

Fonte: Jornal Folha D’Oeste

 

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